Entrei perfeitamente perdida no Museu do Oriente. Para espanto de toda a gente, mas ainda mais para mim, nunca tinha visitado as exposições, para além de uma de diários gráficos que se organizou em tempos no rés-do-chão.
Prossegui para o primeiro piso, onde dei logo de caras com este cavalo de Timor para o qual fiquei feita parva minutos e minutos só a olhar. Acho que tive um encontro com o Deus dos Cavalos... O desenho não demonstra completamente o meu sentir, porque cometi o pecado de me atirar logo a ele em vez de fazer o devido "aquecimento desenhado"...
As colagens foi mesmo o que fiz primeiro. Depois encaixei os desenhos. Fiquei ali que tempos só a usufruir do Belo. Nem sequer me levantei para ler as legendas. Passado um bom bocado dediquei-me aos objectos maravilhosos da segunda página: portas, colheres, panelas... Finalmente levantei-me, li as legendas, passeei-me, tirei fotos de todos do nosso grupo em estado de maravilha, sentados, ou mesmo deitados pelo chão do museu, a trabalhar afincadamente nos seus rabiscos e/ou fotografias.
Foi um encontro memorável! Para o ano há mais de encontros nocturnos no Museu do Oriente. De certeza! Esteja ele aberto até às 22h. Lá estaremos.