"At the end, no winner was declared in the face-off between pens and lenses. And that’s a good thing. Whether with a pen or a camera, the act of recording things visually forces us to pay attention to our surroundings. It helps us see things with new eyes when we take the time to look. And that’s all that matters." Gabriel Campanario, fundador do Movimento Internacional Urban Sketchers
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01 maio 2018

Desenhar e Fotografar no Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros

Este mês de Abril tem sido profícuo em águas mil e esta manhã não foi excepção, mas valeu a pena ir ao Encontro de Urban Sketchers e visitar este Núcleo Arqueológico.

O local é bem ilustrativo de várias culturas e épocas sobrepostas na cidade de Lisboa.

As histórias da História bem contadas pela Lurdes, a nossa guia, embora resumidas dado que o objectivo da visita era desenhar, revelam uma riqueza dos passados aqui bem preservados.
Fiquei com vontade de voltar outro dia para as ouvir na integra.

Os desenhos no diário gráfico ficaram uma manta de retalhos e não (ar)risquei nos subterrâneos para não me perder.



A maioria das fotografias ficaram difusas com a falta de luz ou mesmo desfocadas, erro meu.



Selecciono duas fotos dos resquícios de uma habitação romana, talvez do séc.III, com termas e pavimento em ladrilho policromático de figuras geométricas.




Por fim, uma foto de uma Abobadilha vulgarmente utilizada nos tectos dos pisos térreos dos edifícios construidos após o terramoto de 1755, na Lisboa Pombalina.




25 março 2018

Desenhar no Mosteiro de São Vicente de Fora


Os azulejos são um desafio ilusoriamente angelical.


E as perspectivas uma assumida provocação demoníaca.


Fotografar no Mosteiro de São Vicente de Fora

Antes de mais tenho que agradecer à Isa pelos encontros fantásticos que tem organizado, e só tenho pena de ter perdido alguns por incompatibilidade de datas.

Num dia de chuva imparável, daqueles mesmo bons para ficar em casa, levantei-me cedo e rumei à Graça em Lisboa.

E foi a chuva que nos impediu de desenhar no alto da Torre da Igreja com uma vista fabulosa de 360º sobre a cidade, e o rio, e a outra margem...




Sendo assim, aproveitei para conhecer o Mosteiro por dentro - as galerias, os claustros, o panteão da família Real de Bragança, a exposição dos painéis de azulejos ilustrativos das fábulas de La Fontaine e o museu, na minha opinião a parte menos interessante.



Deambulei por ali evitando os espaços molhados, fotografei e desenhei um pouco.


04 março 2018

Desenhar a Casa Roque Gameiro


Há locais assim encantadores para desenhar, apreciando os pormenores arquitectónicos e a decoração dos interiores, fantástica sobretudo pelos azulejos.

É muito interessante, e penso que pouco comum, uma família como a Roque Gameiro com tantas gerações de artistas.

A casa revela a história da família que lá viveu e tem actualmente uma exposição de aguarelas de Raquel Roque Gameiro, uma das filhas do fundador.


Pormenores da Sala de Jantar


Fachada poente



Fotografar a Casa Roque Gameiro


Ponto de Encontro na Casa Museu Roque Gameiro situada no alto da Venteira - Amadora

Composição aleatória de Azulejos do sec.XVII e XVIII, por Roque Gameiro

 
Sala de Jantar com Azulejos da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro

chaminé Alentejana e alpendre Minhoto
Arquitectura tipo "Casa Portuguesa" - inaugurada em 1898


27 novembro 2017

Sketchs no Museu da Água situado na rua com nome de rio, Alviela

Não obstante o meu atraso e ter perdido o encontro de sketchers na Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, fiquei para visitar o Museu e os jardins, calmamente, depois de todos se terem ido embora.

Gostei do espaço e, antes de sair, ainda consegui inspiração para duas páginas esboçadas no meu diário gráfico.

Sem pressões de urban sketchers comemorativos e à minha maneira, aquela que mais prazer me dá, acabei os desenhos em casa.






Fotos no Museu da Água situado na rua com nome de rio, Alviela

Uma das facetas dos encontros de sketchers é a oportunidade de ir a sítios diferentes e improváveis.

Apesar de me ter levantado bastante cedo nessa manhã, cheguei tarde ao encontro no Museu da Água na Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, quase demasiado tarde.

Por razões que a razão desconhece, cheguei tão tarde que ainda com o caderno guardado na mala, nem me senti à vontade para pousar na fotografia de grupo... E que gira ficou aquela foto apontada para o tecto espelhado da sala.


E num instante o Museu ficou vazio.




Só eu a deambular pelas salas, e pelo jardim.




Observei tudo sem temporizar os passos, com a calma de quem já se tinha rendido à evidência de ter perdido o encontro.




05 junho 2017

Encontro na Fábrica da Pólvora

Memorável este nosso 50º. Encontro nos jardins e museu da Fábrica da Pólvora em Barcarena.

Piqueniquei em alegre convívio com gente gira.

Fotografei bastante porque o espaço é deveras fotogénico.
Publiquei mais fotos no meu blog.


  




Desenhei no Museu.




E desenhei edifícios.
Desenhos esses partilhados aqui e ali,



12 março 2017

Encontros e despedida no Aquário Vasco da Gama

Um dos objectivos deste encontro de rabiscos era a despedida à Tartaruga-bobo que atingiu os 20 anos, a idade de migrar e reproduzir-se, e vai ser preparada para ser libertada no mar, brevemente.




Eu também tinha encontro com os peixinhos coloridos no Aquário para os rabiscar entusiásticamente dado que no encontro do ano passado só me atrevi a desenhar os bichos embalsamados e estáticos no Museu.




Mais desenhos e fotos aqui.



15 janeiro 2017

Jantar de Reis sem Bolo Rei

Mais um encontro de petiscos e rabiscos, em que prevaleceu o convívio e a conversa animada.
No fim, e de barriguinha cheia, lá abrimos os cadernos para cumprir um dos objectivos da noite.


A fatia de Bolo Rei, comi-a em casa já fora de horas, porque primeiro tive de a desenhar e pintar para ilustrar adequadamente este Dia de Reis.




10 novembro 2016

Rabiscar no Museu da Marioneta

Apesar do pouco tempo de que dispunha, preenchi quatro páginas do meu diário gráfico com expressivos bonecos contadores de histórias.

Mais faria se não fora, para tanta vontade e inspiração, tão curta a manhã.






Na minha azáfama nem sequer falei com várias pessoas que por ali andavam e perdi a partilha dos desenhos e o alegre convívio da gente gira.
Mas era o dia de aniversário da minha filhota Leonor, tive mesmo de correr para o almoço de família...

Os restantes desenhos e algumas fotos, partilhei aqui.



17 setembro 2016

Rabiscos e Petiscos na Mouraria

Finalmente um encontro FS2´´, já estava com saudades.

A Mouraria tem um grande potencial para o sketching.

Um bairro popular de Lisboa com ruas sinuosas de características medievais, edifícios com uma configuração que aproxima os moradores e mantém o espírito de vizinhança.

Repleto de arte urbana, seja em instalações como em pinturas murais.


E o fado, claro!
Não fosse este bairro, precisamente, o berço do fado.



Os petiscos acabaram por ser no clandestino, com muita conversa e alegre convívio.
Sem registo em diário gráfico, o jantar, fica de certeza na memória dos presentes.



04 setembro 2016

À volta da piscina

Distraí-me com as horas e já quase não ia a tempo de partilhar, no prazo determinado, os meus últimos sketchs em actividades de verão.



Neste fim de semana de muito calor, melhor do que refrescar-me na piscina, só mesmo entreter-me a rabiscar as cenas ali à volta.



Eu adoro aguarelar, no entanto, resolvi desta vez, usar lápis de cor para colorir os desenhos neste papel castanho que é demasiado fino e tira muita transparência às aguarelas.
Confesso que no princípio estranhei, e a prova disso é o desenho das cadeiras, mas depois lá dei um jeito.




26 agosto 2016

A mesma praia, outro dia

Voltei à praia da Fonte da Telha.


E fiquei até ao pôr do sol, mas não o rabisquei, apenas o fotografei.

Aqui estão algumas fotos.

Espero lá voltar, ainda este verão.



24 agosto 2016

Museu do Teatro e do Traje - Lisboa

Foi uma tentativa falhada de fugir ao calor, mas ainda assim, um domingo bem passado entre os verdejantes jardins e os palácios das exposições.

No espaço à volta do edifício do Museu do Teatro e da Dança encontram-se umas instalações enormes, construídas para o espectáculo "Romagem de Agravados" de Gil Vicente, encenado em 2002. Muito desenháveis.




O Museu do Traje, outro edifício que visitei à tarde, nas horas mais quentes, estava bastante abafado. A Marilisa até disse que cheirava a arca da avó!



Tem peças muito interessantes com valor histórico, mesmo os exemplares do final do século XX, meus contemporâneos, não tão bonitos.

Entretive-me a rabiscar alguns sapatos. Foi um bom exercício apesar do resultado não ser o desejado.